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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A mãe não me deixa contar

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276 páginas
Esta obra é baseada na história real do pequeno Reece de sete anos, último retirado aos pais biológicos e encaminhado para famílias de acolhimento ao abrigo de uma ordem judicial. Cathy Glass é a sua quarta cuidadora num período de apenas um mês. O comportamento da criança revela-se desde logo agressivo, hiperativo e caótico. Cathy começa a mudar o comportamento do rapazinho à medida que vai conquistando a sua confiança, mas apesar dos seus esforços não consegue chegar às razões profundas que perturbam Reece.

Mesmo que não tivesse gostado este livro seria especial pela menina que mo ofereceu, A minha querida Vera Neves do Sinfonias. Apesar de não conhecer bem esta autora fiquei rendida a este livro. Temos um menino que sofreu horrores na mão da família e que por isso se torna mais difícil.
Fiquei com uma dúvida será ético ela relatar os casos porque passa, mesmo alterando os nomes.
Bem foi uma experiencia interessante :) Obrigada Verinha
18664419
Lá fora

domingo, 20 de dezembro de 2009

Infância perdida


Autor: Cathy Glass
Editor: editorial Presença
Edição: 2008
Páginas: 244
ISBN: 978-972-23-3987-2
Género: Romance
Cortesia de: B-A-R-B-A-R-A


Publicado em 2007, este livro tornou-se de imediato num sucesso de vendas internacional. Escrito e narrado por Cathy conta a história verdadeira da sua relação com a pequena Jodie, uma criança dada para adopção. Cathy estava determinada em conhecer a criança mas quando chegou aos serviços sociais foi avisada sobre o comportamento violento da menina que no espaço de quatro meses já havia tido cinco casais de acolhimento. Apesar das advertências a mãe adoptiva resolveu dar um passo em frente e chamar a si a responsabilidade de educar esta criança rebelde. Quando conhece os outros filhos de Cathy, Jodie começa a descontrair e pela primeira vez revela que foi abusada pelo pai e vítima de maus-tratos infligidos por toda a família. Psicologicamente perturbada, é diagnosticado a Jodie o síndroma de distúrbio de identidade e é-lhe aconselhado apoio psiquiátrico. Longe de Cathy, Jodie, agora recolhida para tratamentos, deixa uma carta perguntando-lhe se ela será a sua nova mãe quando ela regressar. Um caso que espelha milhares de situações semelhantes, muitas vezes clandestinas, em qualquer parte do mundo e que marca a memória tanto dos pais adoptivos como das crianças adoptadas.


Um livro muito triste, fartei-me de chorar
e o que mais me custa é o facto de saber que tudo isto é real, como é possível nos dias de hoje alguém fazer tanto mal a uma criança. Se não fosse esta mulher a salvá-la quem sabe o que lhe poderia acontecer poderia nunca ter fim. Sem dúvida que é um livro a reter a a retirar uma mensagem. Temos de proteger as crianças, custe o que custar