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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

1Q84

487 páginas

Num mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática - que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes.

Em 1Q84, Haruki Murakami constrói um universo romanesco em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes. Onde acaba o Japão e começa o admirável mundo novo em que vivemos? Uma ficção que ilumina de forma transversal a aldeia global em que vivemos.



Ao começar a ler este livro tive várias surpresas.
Em primeiro lugar, era a minha estreia com o escritor e estava curiosa, não só pela sua escrita mas pelo facto de já ter sido, por diversas vezes, favorito ao Nobel da Literatura. Contudo, tinha receio de ser um livro um tanto ou quanto aborrecido e de leitura lenta. Mas tal não se verificou, muito pelo contrário.
Gostei dos capítulos alternados das personagens, pois vamos acompanhando os dois simultaneamente. Mas por diversas vezes quis continuar a ler sobre Aomame ou Tengo, no seguimento de alguns acontecimentos, e tinha de deixar tudo em stand by e regressar ao outro. Este facto contribuiu bastante para que lesse o livro mais rapidamente.
Chegada ao final, ficaram muitas questões em aberto no ar e espero que, de uma forma ou outra, os caminhos dos dois se cruzem.
Estou ainda mais curiosa em relação aos outros livros da trilogia e espero lê-los em breve!...


Lá fora

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Para Onde Vão os Guarda-Chuvas



O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.
Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.


Para onde vão os guarda-chuvas?... Um título que me despertou a curiosidade mas que estava longe de imaginar o tipo de livro que o poderia ter... Depois de ter lido críticas bastante favoráveis, ainda fiquei mais intrigada e curiosa.
Este livro foi a minha estreia no mundo de Afonso Cruz e realmente não estava à espera de gostar tanto. Confesso que durante muitas páginas não consegui perceber se gostava ou não do que estava a ler, mas era uma sensação agridoce pois não conseguia largar o livro. Parecia que estava enfeitiçada pela simplicidade e, em algumas partes, frieza da escrita.
Mas, a partir de um certo ponto, percebi que estava mesmo a gostar e que o livro tinha tudo para merecer a classificação máxima... No entanto, o final deixou-me de tal maneira boquiaberta e foi tão inesperado que lhe roubei uma estrela. Claro que, num livro tão bom, isso se torna irrelevante.
A simplicidade da narrativa deixa-nos a pensar.
Banalidades do dia-a-dia tornam-se importantes da perspectiva dos personagens.
Fiquei rendida a Afonso Cruz!

domingo, 28 de dezembro de 2014

Cu cu ;)

(Grrrrrrr Maria João detesto falar de mim! Acho que devias ter sido tu a fazer as apresentações!)

Ok, então... Sou a Cristina e já ando por aqui há algum tempo. Acho que sou viciada em livros (o que pode ser um problema sério) já que nunca saio de casa sem um, seja ele físico ou ebook! 

Como este mundo virtual dos livros não é assim muito povoado, um dia "esbarrei" com a Maria João numa das Maratonas Literárias do Goodreads. Fomo-nos conhecendo e achei que poderia dar-lhe uma mãozinha aqui com cantinho dela. Costuma dizer-se que as conversas são como as cerejas... Assim, conversa puxa conversa já estamos aqui a magicar umas ideias que entretanto surgiram mas que só vamos por em prática daqui a algum tempo... Deixamo-vos agora com a curiosidade aguçada e com um pretexto para nos virem visitar mais vezes ;) (Sim, somos más)


A reader lives a thousand lives before he dies, said Jojen. The man who never reads lives only one.   
(George R. R. Martin)