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segunda-feira, 20 de abril de 2015

A linguagem das irmãs

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304 páginas

Há dez anos, Nicole Hunter tomou a difícil decisão de abandonar o seu lar problemático em Seattle. Deixou para trás a sua querida irmã Jenny, possuidora de um distúrbio neurológico que a colocara dependente de uma cadeira de rodas e lhe retirara a capacidade da fala. Após uma década em São Francisco, Nicole tenta convencer-se de que tudo está bem, mas nem a sua vida sentimental nem a profissional são as que ambicionava.
Quando um violento e trágico acontecimento envolve a sua irmã, Nicole é forçada a regressar à casa de infância onde deixou memórias impossíveis de resolver e perdoar. Ali acabará por tomar a decisão mais acertada da sua vida: cuidar da irmã e resolver os conflitos com a mãe e as memórias dolorosas deixadas pelo pai. Só assim conseguirá redimir-se da culpa que a acompanha e tornar-se a irmã que gostaria de ter sido. Uma história tocante, autêntica e libertadora, sobre as escolhas que é necessário fazer na vida, sobre o poder da amizade e sobre a importância dos laços familiares.

Adorei este livrinho, e não estava nada à espera, pois outro que tinha lido da mesma autora ficou muito aquém das expectativas, mas este, surpreendeu-me. E é tão bom sermos assim surpreendidas. 
Para começar o tema, é um pouco pesado digamos assim e autora conseguiu abordá-lo de uma forma tão simples que deixou de ser um tema tabu.
Depois o desenvolvimento. Quando chegamos a um determinado ponto em que o livro fica ainda mais intenso e depois se descobre que foi tudo um mal entendido.
Enfim, recomendo a 100%.
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Lá fora

sábado, 21 de junho de 2014

O jardim das memórias


384 Páginas


Quando Eden tinha dez anos, encontrou o pai, David, caído no chão da casa de banho. A tentativa de suicídio conduziu ao divórcio dos pais e David desapareceu quase por completo da sua vida.Vinte anos depois, Eden é uma chef bem-sucedida, mas após uma série de relacionamentos românticos falhados percebe que é tempo de procurar o pai, que se encontra a viver na rua, para poder perdoá-lo e seguir em frente.A sua busca leva-a até um albergue para sem-abrigo e até Jack Baker, o diretor. Jack convence Eden a fazer trabalho de voluntariado no albergue e, em troca, ajuda-a na sua busca. À medida que Eden e Jack se apaixonam e a sua procura os aproxima de David, Eden vê-se obrigada a enfrentar as suas verdadeiras emoções e a dolorosa pergunta acerca do pai: será que depois de todos aqueles anos ele quer mesmo ser encontrado?Enquanto Eden não fizer as pazes com o passado, jamais será capaz de abraçar o futuro…


Apesar de ter adorado a capa e a sinopse quando iniciei a leitura não consegui me identificar assim tanto com a trama. Como resultado a leitura estendeu-se por vários dias, sem que dela tirasse qualquer prazer. Acho que se voltarem a publicar mais alguma obra da autora irei ler só para ter a certeza de que não se enquadra mesmo nas minhas leituras.

Lá fora