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domingo, 8 de março de 2015

Saga Gone

E mais uma saga... desta vez já tinha lido o primeiro há muito tempo e não resisti a ver como ela terminava. O problema, eu pensava que terminava agora mas ainda me falta ler o 6º e último volume. Amuei :(
Gostei muito, é uma distopia ( as palavras caras que eu agora descobri), bastante interessante, que nos leva a refletir sobre o  final do mundo e sobre o que as pessoas podem ser levadas a fazer quando se encontram no seu limite.
Assim que apanhar o último não me escapa.

Lá fora

domingo, 5 de dezembro de 2010

Desaparecidos

Género: Fantasia
Páginas: 416
Cortesia de: Segredo dos livros
Preço: 19.90€

E, de repente, nada! Os telemóveis deixaram de funcionar assim como os computadores e todos os outros aparelhos eléctricos e electrónicos. Sem pufs, flashes, luzes ou explosões. Nada. Mas há mais: não há nenhum adulto no perturbador universo de Desaparecidos.
Desaparecidos, do escritor norte-americano Michael Grant, é um livro inquietante sobre um mundo em que não há adultos e onde a tecnologia não funciona. A fazer lembrar Harry Potter, Stars Wars e Senhor dos Anéis, Grant estreia-se de forma auspiciosa no nosso país.
São mais de 400 páginas de pura emoção e muita expectativa que se lêem num ápice. Num mundo tão diferente daquele em que vivemos, sem muitas das comodidades que deixámos de valorizar pelo facto de não conseguirmos imaginar a vida antes delas, Desaparecidos é um livro perturbante, emocionante e, acima de tudo, muito original.
Tudo começa dentro de uma sala de aula quando, num piscar de olhos, o professor desaparece. Alarmados, os alunos saem da aula em busca do professor. É então que começam a perceber que todos os adultos desapareceram. E que estranho se torna o mundo sem adultos.

Quando me inscrevi para este livro não tinha noção de que ele se tornasse tão interessante. Posso até mesmo dizer viciante. Como é possível um mundo onde não existem adultos, neste livro temos uma boa perspectiva. Gostei principalmente no final onde tudo fica em aberto e deixa no ar o que poderá acontecer. a questão que agora se coloca é: e para quando o próximo?