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Bruno Brian di Monreale, o Barão, como é conhecido, é o último descendente de uma antiga e nobre família siciliana. Bruno cresce na Califórnia, com um pai severo e distante e uma mãe dividida entre um casamento precipitado, onde não existe amor, e uma paixão deixada na sua Sicília longínqua. No entanto, são as raízes sicilianas que levam Bruno a regressar à sua ilha natal, ao seu avô, um velho aristocrata e a Calò, o padrinho sempre presente. Serão estas duas figuras que lhe irão transmitir o saber ancestral das velhas famílias e da sua ética e código de justiça.
Bruno di Monreale envolve-se nos negócios do petróleo e das grandes multinacionais, tornando-se num homem poderoso e fascinante. Os amores inconsequentes e os casos fortuitos sucedem-se na sua vida glamorosa mas dominada pela insatisfação, até que se cruza com Karin, uma mulher reservada e misteriosa. Karin revelar-se-á o desafio por que Bruno ansiava e vai trazer-lhe o equilíbrio há tanto desejado.
Em O Barão, um dos primeiros romances da autora, Sveva Casati Modignani revela-nos os meandros de uma sociedade disposta a tudo para manter os seus privilégios, criando um mosaico de personagens vibrantes.
Eu sabia que esta dia havia de chegar... o dia em que iria ler, ou melhor tentar ler um livro da Sveva que não iria gostar e com isto quebrar uma tradição de anos que é o de receber sempre um livro desta autora pelo natal.
Já tinha ficado de pé atrás com o livro da gemada, mas pensei que era um auto retrato e por isso eu não teria gostado, mas não. Eu bem que tentei, ainda fui até ao terceiro capitulo, mas tive de acabar por desistir. Não foi um bom dia.
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